sábado, 7 de junho de 2014

A moda da coca-cola

A coca cola é tramada! A equipa de marketing sabe mesmo o que faz e, mais uma vez, acertou na mouche!! Estou a falar da campanha "partilha uma coca cola com..." que põe toda a gente a mexer nas latas no hipermercado. Até eu, que quase nunca compro coca cola, já comprei 4 singelas latinhas: uma para mim, uma para o pai, uma para a prima bebé (para ficar de recordação) e uma para a pirralha vizinha que vem cá a casa algumas vezes. E vocês? Já andaram a vasculhar as prateleiras em busca do vosso nome? Confessem!

sexta-feira, 6 de junho de 2014

6 meses depois...

Pré aviso - post chato, sobre assunto chato, mas em jeito de desabafo.

É verdade que já passaram 6 meses desde o dia em que a minha mãe desapareceu. Ponto da situação? Tudo igual ao primeiro dia. Eu não sou pessoa de me queixar e até acredito (ou acreditava) que a polícia faz o melhor que pode com os meios que tem, mas ao longo deste tempo fui mudando a minha opinião. O que é que a polícia fez em 6 meses? Quase nada! Eu fui ouvida pela PJ uma vez, há cerca de um mês atrás, quando fui a primeira pessoa a dar pela falta dela. O meu pai foi ouvido pela PJ duas ou três vezes, foi ouvido pelo núcleo de investigação criminal uma vez e ouvido pelo DIAP uma vez. A PJ fez uma cópia do cartão de telemóvel da minha mãe, mas entretanto não o analisou, mesmo depois de nos termos queixado de andarmos a receber chamadas de números anónimos. Não foi ouvida qualquer testemunha, apesar de nos terem sido pedidos todos os contactos. E o que é que o DIAP diz acerca disso? Que não falaram com ninguém porque "as pessoas vão dizer-nos a nós o que vos disseram a vocês". Mas isto por acaso é desculpa para não haver um interrogatório? Será que a polícia não tem perguntas específicas a fazer em casos de desaparecimento que lhes possam indicar um caminho a seguir? E ainda chamam o meu pai para lhe dizer "não se admire se receber uma carta em casa a dizer que vão fechar o processo". Como é que é possível fechar um processo sem sequer terem feito uma investigação? Sem ouvir pessoas, sem ver se foram feitas chamadas ou recebidas mensagens suspeitas? Eu entendo que não existem muitas pistas, que as buscas mais importantes foram feitas logo na altura do desaparecimento (pela família e amigos, claro) e que passado todo este tempo, não seja fácil desvendar o mistério, mas é inconcebível, para mim, que não se investigue NADA e se abandone um caso desta forma. Se a minha mãe fosse uma criança e fosse inglesa, não faltavam meios para a encontrar. Mas não é. É adulta, portuguesa, supostamente saiu de casa por vontade própria e não há nenhuma autoridade que se preocupe com o assunto. É triste e dói muito! Cada dia mais.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Para quem não foi, mas gostava de ter ido...

Pois que já anda a circular pelo youtube o concerto do Justin no rock in rio. Quem não foi, não pode perder o vídeo porque vale mesmo a pena. Adorei! E caso ele volte a Portugal, vou seguramente fazer tudo para o ver. Incrível como ele dança e canta ao mesmo tempo, sem falhar uma nota. Vejam, vejam!!

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Olá Junho! (com algum atraso)

Ontem o dia foi agitado: saí do Porto às 13h em direcção à capital, ao rock in rio, para ver o Justino e só cheguei à invicta eram já umas belas 7h da manhã! Por isso, nem dei as boas vindas a este novo mês. Ora, então, sê bem vindo Junho. Por favor, não sejas mauzinho e chuvoso!